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Publicado em 16 de mai de 2017

Não possuímos nada mais a declarar, com vocês, o Melvin.

Publicado em 9 de mai de 2017

Nesse relato, Alexandre conta uma situações econômica nada usual, com a cara do Brasil: "surreal". Com o confisco do Governo Federal, houve uma retirada de oferta monetária do mercado, desaquecendo a economia, e assim impedindo que a inflação de demanda ocorresse. Sem falar nas políticas cambiais (ora flutuantes, ora fixas) ou nas mudanças de moedas ao longo dos último 50 anos. 
Eita, foi muito rápido? O João te espera na próxima prova

Publicado em 2 de mai de 2017

Essa semana, Carlito, um personagem digno de Chaplin, nos leva à uma viagem digna de ESPM. Não no roteiro ou situações, mas no exercício contínuo do pensamento divergente, da exploração de alternativas. Somos diariamente instigados a questionar e repensar nossas certezas, variando assim nossas percepções sobre os fatos cotidianos. Dessa forma, treinando desenvolver diferentes pontos de vista, poderemos ser profissionais mais competentes, mas principalmente, seres mais democráticos, transformando nossa sociedade.

Publicado em 24 de abr de 2017

Em nosso terceiro vídeo, mudamos um pouco a temática do vídeo, explorando conceitos vistos nas aulas de Estética e Inovação, em que é nítida a visão desconstruída e totalmente particular da sociedade. A presença de elementos mágicos e irreais, contados de modos e maneiras tão enfáticas nos fazem lembrar da nossa infância, e assim conseguimos estabelecer um paralelo com o quanto o crescimento em sociedade é capaz de nos moldar.
Através das aulas, tivemos acessos a teorias e momentos de desconstrução feitos pela história, como os movimento impressionista, em que foi necessário a busca de um novo sentido para a pintura, ou em processos de “brainstorm”, quando é necessário quebrar conceitos e formatações para se (re)inventar um objeto/serviço. Para essas situações, comumente, nos deparamos com a necessidade de nos tronar crianças novamente.

Publicado em 17 de abr de 2017

Em nosso 2º vídeos, apresentamos Caio, que narra seu processo de desconstrução pessoal, social e familiar em relação a sua sexualidade.
O conflito se dá quanto ao embate entre sua natureza e a consciência moral. Como qualquer um que cresce em uma sociedade conservadora como a nossa, tendemos a crer que os valores éticos e morais são naturais e corretos, e maestros de nossa cultura. Na verdade, porém, a ética é um produtos social, assim como a cultura, e se transformam de maneira dinâmica e interminável.
Há também a visão kantiana, na qual o menino Caio se via entre as razões Teórica (o natural, o normal) e Prática (a realidade, já influenciada por desejos e vontades próprias). O famoso IMPERATIVO CATEGÓRICO, o dever moral, reprimia a natureza do ser, de uma forma até auto punitiva. Entretanto, com mais esclarecimento sobre si e sobre as hipocrisias sociais, e transformações culturais, há a retirada desse questionamento do campo ético (conjunto de normal para um bom convívio em sociedade), para ser colocado apenas no campo do indivíduo, com caráter unicamente subjetivo e pessoal.
É nítida ainda a capacidade de influência do meio sobre um indivíduo, onde a violência e segregação do diferente podem gerar inúmeras sequelas, desde uma auto-punição, até vingança. As mudanças na forma de lidar com as diferenças se mostra fundamental para que possamos superar barreiras e melhorar o ambiente social, e principalmente em uma sociedade individualista como a nossa, o ambiente pessoal. Formando assim, pessoas saudáveis com si para que possam ser saudáveis com o meio.

Publicado em 11 de abr de 2017

Através do vídeo, podemos perceber uma outra realidade, em que uma pessoa de outra cultura poderia perceber como sendo de um outro país. O machismo, ainda presente, era mais assimilado e forte na mentalidade daquela época. A necessidade de transparecer pureza era importante tanto para o homem quanto para a mulher, que deveriam manter as tentações mundanas afastados do ambiente familiar.
Mesmo com um ambiente tecnicamente restritivo, segundo o conceito de liberdade de Sartre, a Arlinda era livre, pois ela mesma defende o estilo de vida, foi uma livre escolha. Porém a mesma situação hoje, pode ser vista através da ética de Nietzsche, que violenta e reprime a sociedade, deixando de ser um código de ação de uma sociedade para ser as correntes que inviabilizam o desenvolvimento da mesma. Essa mudança de percepção também nos mostra a dinâmica cultural de uma população, que se renova e repensa seus próprios conceitos. Ainda é válido destacar o impacto da globalização em seus estágio atual, que dinamiza intensamente as trocas e agiliza processos que antes eram bem mais lentos.

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